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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Como ultilizar suas fotos na decoração.

Como é bom recordar. Dias especiais, viagens inesquecíveis, pessoas que fazem parte da sua vida. E porque não dividir esses momentos com suas visitas, deixando suas fotografias que mais gosta esposta em ambientes da sua casa.




As opções de armazenagem ou exposição exigem respeito ao estilo do ambiente.

A primeira decisão a ser tomada é a de expor ou guardar as fotografias. Quem prefere manter as fotografias guardadas, deve catalogá-las imediatamente após a revelação. Quando dispostas nas paredes ou em porta-retratos, elas evitam a preocupação com o local de armazenagem e reduzem o tempo destinado à sua organização.


Fotos de parede x ambiente

A disposição de fotografias nas paredes da sala principal é desaconselhada, mas é permitida em quartos e ambientes íntimos (como a sala de TV).
Em caso de dúvida ou ambientes mais formais, pode-se recorrer a fotos em preto e branco com molduras brancas, que são mais neutras.

 

Quarto- Porta retratos em prateleiras faixa fina.


Sala íntima- Fotos espalhadas pela parede em um ambiente reservado para a família.




Quarto- Fotos com moldura branca no alto da cama. 



Pôsteres informais.
Para a moldura ser dispensada, quando opta-se por murais ou fixação direta em paredes imantadas, o ambiente deve ser infantil ou extremamente informal. Nesse caso, pode ser usada uma base de papel colorido sobre as quais as fotos serão coladas com fitas dupla-face, para não serem danificadas.




Fotos expostas em parede imantada.




Quarto- Foto mosaico,montada na parede.





Sua foto transformada em adesivo de parede.Um toque a mais na decoração do seu quarto.

 


Agora que tal viajarmos em varias formas de usar suas fotos na sua decoração. Usa as dicas, misture as boas ideías e mão a obra.















 






quarta-feira, 20 de outubro de 2010

ARTE DA POESIA

A ARTE DA POESIA
Marcial Salaverry




A poesia é uma arte completa,
digamos que seja universal...
Não se vende, nem se compra,
isso não seria normal...
A emoção que ela causa é geral,
mesmo naqueles menos sensíveis...
para quem a podemos emprestar...
e é o que estou a anunciar...
Ela transforma a vida,
na mais linda de todas as artes,
na arte de viver bem,
num gostoso bem viver...
Sabendo a vida viver,
não notamos o tempo correr...
Sabendo na vida amar,
não a veremos passar...
Vivendo, simplesmente,
amando inteiramente,
poetando caprichosamente...
Melhor maneira pra não ficar demente...
Então, simplesmente,
faço este negócio de mente
para mente somente,
pense que é apenasmente
para que possa viver poetalmente...



Luminárias: a beleza em reciclar.


 A reciclagem é umas das alternativas para o tratamento do lixo urbano e contribui diretamente para a conservação do meio ambiente. Ela trata o lixo como matéria-prima que é reaproveitada para fazer novos produtos e traz benefícios para todos, como a diminuição da quantidade de lixo enviada para aterros sanitários, a diminuição da extração de recursos naturais, a melhoria da limpeza da cidade e o aumento da conscientização dos cidadãos a respeito do destino do lixo.


E porque não usa-la em objetos de artes e decoração?
Andando por alguns sites fiquei encantada ao ver algumas luminárias de materias reciclavéis. Lindas modernas e contribuintes ao meio ambiente. Criação a favor da preservação. Uma boa opção. Veja alguns exemplos e solte a sua imaginação.




Luminária de caixa de ovos
LUMINÁRIAS COM CAIXA DE OVOS.

Luminária de caixa de ovos



LUMINÁRIA DE TALHERES DE PLÁSTICO.

Luminária Gluttony



Chamada de Glutonny, que foi finalista da competição “House Party” no evento 100% Design Tokyo 2008. Simplesmente inacreditável que alguém pensasse em algo assim. Mas que efeito, heim?


Luminária Gluttony




LUMINÁRIAS DE GARRAFAS DE VINHO.



Luminarias de garrafs de vinho




O vidro recebeu um tratamento para ter essas nuances de cor, o que deu um charme especial para elas.










LUMINÁRIAS DE FILTRO DE CAFÉ.



Já tomou seu cafezinho hoje? Que tal guardar o papel do cuador para uma obras dessas? Luminária Redonda com efeito sépia. Demais!!!




LUMINÁRIAS GARRAFAS PET








POTINHOS DE YOGURTE?


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Temos uma variedade imensa onde podemos explorar nossa criatividade. Faça agora mesmo!













Sofás: História e Escolhas


O sofá foi originalmente um trono dos governantes árabes e tem existido desde a antiguidade, entre os nobres do Oriente Médio. Na sociedade romana o sofá se encontrava com o comedor, conhecido como triclinum. Três sofás eram colocados ao redor de uma mesa baixa, e os homens descansavam enquanto comiam (enquanto as mulheres se sentavam em cadeiras convencionais).
O sofá era originalmente um móvel elitista e só na época da industrialização que o sofá se converteu em um artigo imprescindível dos cidadãos nas casas de classe média e baixa.



O sofá liga-se hoje invariavelmente a vida familiar doméstica e à cultura da televisão. Existem diversos designers de móveis, tais como Francesco Binfarè, que se especializam em sofás.

Sendo produzido em larga escala industrial, há sofás para todos os gostos e bolsos. Dizemos que um sofá pode ser adquirido levando em conta três aspéctos:

Pelo preço – Quando o comprador é levador a adquirir um sofá ou um conjunto deles pela oferta de uma liquidação ou lançamento de uma grande rede de lojas. Neste caso, os aspéctos conforto e qualidade têm peso secundário. São os chamados movéis descartáveis;

Pelo conforto – Quando o comprador procura um produto que atenda as suas espectativas nesse quesito e o mais bonito possível. As cores e o revestimento são levados em conta na escolha final;

Pela Qualidade – O comprador sabe o que quer. Procura um produto que tenha durabilidade e lhe proporcione um certo status ao ambiente onde será usado. Neste caso, o design, o tipo de estrutura, o revestimento e as cores são estudados pelo comprador que pede opinião ao seu arquiteto a fim de adquirir um produto durável, bonito e confortável, cujo luxo e elegância fica por conta do estilista, dos tecidos utilizados e até o nome do fabricante que agrega valores aos seus produtos mobiliários.


Faça a escolha do sofá ideal


Veja o que você deve levar em consideração na hora de comprar um sofá.

Centro da sala e ponto de encontro das famílias e dos convidados da casa, o sofá fala muito sobre o seu dono. O carinho com que foi escolhido e mantido na casa, a posição de destaque (ou não) que tem no ambiente, enfim, esses e outros fatores ajudam a definir a decoração do ambiente e o clima que será gerado ao redor dele. Portanto, escolher seu sofá não é uma tarefa das mais simples. Mas, com os quatro passos a seguir, pode virar até um programa para a família.

Acompanhem e divirta-se.





Primeiro passo: orçamento e objetivos.


O importante é conhecer muito bem suas necessidades e para isso, faça um raio-x completo do seu ambiente ;

Primeiro pense em quantas pessoas (integrantes da família e convidados mais habituais) circularão por aquele ambiente. Para famílias maiores que recebem muito, o mais indicado é um conjunto com dois e três lugares ou até mesmo dois módulos de três lugares para poder acomodar a todos com conforto;

O espaço disponível é outro item de atenção. Fita métrica na mão calcule a área útil, não esquecendo de pensar na circulação de pessoas pelo local;

Claro, não se esqueça do objetivo do sofá para aquele espaço. É uma sala de TV? Então modelos com chaise longue são mais indicados. Alguns modelos abaixo:










É o espaço onde ficam as crianças? Procure tecidos mais resistentes e de cores mais fechadas. Exemplos:










 É o cômodo central, onde se recebe as visitas? Invista em modelos confortáveis; Exemplos:






Defina seu limite antes de sair às compras. Afinal, existem modelos para todos os orçamentos, mas nem sempre o mais caro será o mais indicado para seus objetivos. O ideal é que você olhe para o modelo escolhido e o veja convivendo (e envelhecendo) com a rotina da família.




Segundo passo: medir é preciso



Antes de escolher os primeiros modelos, não se esqueça de medir a área onde ele irá ocupar e também o vão da janela e porta para permitir a passagem! Uma dica legal é estender lençóis no espaço a ser ocupado pelo novo sofá para ter uma idéia melhor da distribuição.




Terceiro passo: procure a estrutura correta


Pesquise na ficha técnica de seu novo sofá, o tipo de estrutura. A escolha da melhor estrutura dentro de sua necessidade é a chave para maior durabilidade.


A estrutura interna, e termo gerais, pode ser em madeira de reflorestamento e (como pinus, eucalipto, cedrinho) o que ao mesmo tempo em que dá maior sustentação e durabilidade, representa uma escolha ecologicamente correta.



Estrutura interna de madeira de reflorestamento e o lastro do assento de percintas sintética.






Outra opção é o MDF (sigla internacional para chapa de fibra de média densidade). Este tipo de material é produzido a partir de fibras de madeiras com resina sintética, mais firme por ser prensada e mais resistente. Não estufa com facilidade e também é ecologicamente correto.





Alguns modelos, principalmente os de sofá cama, tem reforço em ferro interessantes para este tipo de sofá, já que recebe mais peso por mais tempo, durante o sono. Exemplos:







As espumas são um capítulo a parte. Presentes nos assentos, encostos e braços, tem diversas densidades. Aconselha-se optar, pelo menos no assento, por espumas D23. Outro ponto de atenção é verificar, na ficha técnica, se as espumas do modelo em questão são certificadas pelo Inmetro. 
A estrutura do projeto em si também é importante. Não existem, a priori, um modelo certo. Tudo depende de sua necessidade. Em termos gerais temos:







Sofás de 2 lugares: bons para quem está começando a decorar espaços menores, ou como opção para escritório ou quarto. Tem na economia de espaço uma vantagem.





Sofás de 3 lugares: mais espaço e mais pessoas? Um sofá de três lugares pode ser a solução. Funcionam muito bem para salas de TV, na posição frontal a uma boa TV de LCD com seu respectivo home-theater.




 
Conjuntos: a grande vantagem está em padronizar a decoração com uma solução para até 5 pessoas. A variedade de disposição dos dois módulos também contribui para periódicas mudanças de visual do cômodo





 Quarto passo: escolha certo por fora



Sem sombra de dúvidas, uma das partes mais divertidas é escolher as cores e padrões. Contudo, existem algumas dicas que podem ajudar você a se proteger de um impulso e uma escolha equivocada:
Tons neutros nunca saem de moda e podem ser "mais vivos" com almofadas e mantas de cores contrastantes. Também são indicados para cômodos menores e sem muita luz natural;





Cores vivas ficam melhores em locais amplos e bem iluminados e vão bem com peças complementares de tons igualmente fortes;











Padrões e texturas: interessantes para crianças, pois resistem mais à baguncinha dos pequenos dos que os de cores lisas;









Tecidos: cada um tem suas vantagens e desvantagens e essas tem estreita relação com a rotina de sua casa. Faça uma lista de prós e contras e opte por aquele que melhor se encaixar em seu orçamento. Chenile e demais compostos em tecido oferecem mais conforto e realçam mais as cores. No entanto, em casas com crianças sofrem mais. Os couros sintéticos (Corolam, Korino e   demais nomes fantasia) tem a vantagem de serem laváveis e mais resistentes.






 Formatos: por norma, os sofás simples e retos ficam bem em qualquer área; no entanto, um sofá com pernas e braços mais finos dá a ilusão de uma sala menos "cheia" (o que é bom para espaços pequenos), enquanto um sofá que vá até ao chão terá um visual mais "pesado", sendo o ideal para preencher uma divisão mais ampla.




Agora que já sabe como escolher o seu sofá, inpire-se e boa sorte. Veja alguns modelos: